Telessaúde, estrutura e gestão: o que mudou na operação de clínicas e hospitais nos últimos anos

26/02/2026 Saúde 0 comentários
Telessaúde, estrutura e gestão: o que mudou na operação de clínicas e hospitais nos últimos anos - Softium

A digitalização da saúde não é mais um projeto em implantação. Ela já é realidade operacional. O SUS realizou mais de 4 milhões de atendimentos por telessaúde em apenas dois anos, segundo dados divulgados pelo Mobile Time em 2026. Esse volume não representa apenas avanço tecnológico. Representa mudança estrutural na forma como a saúde é entregue. 

Ao mesmo tempo em que o acesso se amplia, cresce também a complexidade da gestão. Quanto mais canais digitais são abertos, maior a necessidade de organização. A digitalização ampliou o alcance. A estrutura é o que garante sustentabilidade. 

A nova expectativa do paciente é digital, rápida e integrada 

O comportamento do paciente mudou. Ele agenda pelo celular, confirma por mensagem e espera respostas quase imediatas. Segundo pesquisa da Accenture, 78% dos pacientes consideram a experiência digital tão importante quanto o atendimento presencial. Isso significa que a jornada começa muito antes da consulta e não termina na saída da unidade. 

Se a resposta demora, se a confirmação não chega ou se o paciente precisa repetir informações em diferentes canais, a percepção de cuidado é afetada. E percepção, na saúde, é confiança. 

Além disso, levantamento da Deloitte aponta que 80% das organizações de saúde consideram a melhoria do atendimento ao paciente uma prioridade estratégica. O atendimento deixou de ser apenas suporte administrativo e passou a influenciar reputação institucional e sustentabilidade financeira. 

O paradoxo da tecnologia sem organização 

Muitas instituições investiram em ferramentas, mas continuam enfrentando retrabalho, filas invisíveis e dificuldade de gestão. O problema não está na falta de tecnologia, mas na ausência de integração. 

WhatsApp isolado do sistema interno. Telefone operando separado do histórico do paciente. E-mail sem rastreabilidade. Cada canal resolve parte do problema, mas nenhum resolve o todo. 

Esse cenário gera três impactos principais: 

Primeiro, sobrecarga operacional. A equipe passa mais tempo organizando informações do que atendendo. 

Segundo, aumento de falhas. Processos manuais elevam risco de erro em agendamentos, confirmações e triagens. 

Terceiro, ausência de previsibilidade. Sem indicadores consolidados, a gestão se torna reativa. 

Estrutura como base da eficiência hospitalar 

Estruturar o atendimento significa criar um fluxo único onde todos os canais convergem. Significa automatizar confirmações, organizar filas de atendimento, integrar histórico do paciente e permitir acompanhamento de indicadores em tempo real. 

É nesse ponto que a Tactium contribui de forma estratégica. Em vez de oferecer soluções genéricas, constrói estruturas personalizadas de atendimento adaptadas à realidade de cada clínica ou hospital. A integração de canais, a automação inteligente e a consolidação de dados permitem reduzir no-shows, melhorar tempo médio de resposta e oferecer uma jornada mais fluida. 

Quando a estrutura é ajustada, a tecnologia deixa de ser apenas ferramenta e passa a ser vantagem competitiva. A telessaúde ampliou o acesso. A organização do atendimento é o que garante eficiência. Instituições que tratam o atendimento como parte estratégica da gestão conseguem operar com previsibilidade, melhorar a experiência do paciente e sustentar crescimento com maturidade. Fale conosco para tornar seus atendimentos em saúde muito mais inteligentes e aumente sua retenção de pacientes! 

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