30 anos de evolução: a história de quem acompanhou a transformação da experiência do cliente e das operações no Brasil

28/04/2026 Notícias 0 comentários
30 anos de evolução: a história de quem acompanhou a transformação da experiência do cliente e das operações no Brasil - Softium

Toda grande história começa com a garra de realizar algo diferente.

A nossa começou em 1996, com a união de jovens que enxergaram uma oportunidade. Desde o início, existia uma visão clara: construir uma empresa de software capaz de levar soluções diferenciadas para o mercado brasileiro.

Era um cenário ainda pouco explorado, mas com um potencial evidente para quem conseguia olhar além do momento.

Com apenas um ano de empresa, já estávamos em uma grande feira em São Paulo, apresentando quatro produtos diferentes. Mais do que vender, o objetivo era entender o mercado, ouvir e testar caminhos. Esse contato direto com a realidade das empresas passou a guiar cada passo da evolução.

1996: o início das operações lineares

Naquele momento, o atendimento era simples.

As operações eram centradas em voz, com processos mais lineares e previsíveis. O desafio estava em organizar o fluxo, estruturar o atendimento e garantir eficiência dentro de um modelo ainda pouco complexo.

A tecnologia tinha um papel operacional. Era sobre fazer funcionar bem.

Mas ali já existia um aprendizado importante: sem estrutura, nenhuma operação sustenta crescimento.

2004: a integração com a telefonia muda o jogo

Com o avanço do mercado, surge uma nova necessidade.

Não bastava atender. Era preciso integrar.

A integração com PABX trouxe um novo nível de controle para as operações. Pela primeira vez, era possível organizar melhor o fluxo de chamadas, acompanhar o desempenho e ganhar previsibilidade.

O atendimento começava a deixar de ser apenas execução e passava a exigir gestão.

Era o início de uma mudança mais profunda.

2012: a era dos call centers e a busca por escala

Com o crescimento das empresas e o aumento da demanda, as operações ganharam escala.

Os sistemas de call center passaram a ser essenciais para organizar grandes volumes de atendimento, padronizar processos e acompanhar indicadores de desempenho.

O atendimento deixou de ser apenas suporte e passou a impactar diretamente os resultados do negócio.

Eficiência, produtividade e controle passaram a fazer parte da rotina.

Mas junto com isso, a complexidade também começou a crescer.

2018: a fragmentação dos canais e o novo desafio

A chegada de novos canais transformou completamente o cenário.

E-mail, chat, redes sociais e aplicativos de mensagem passaram a fazer parte da jornada do cliente. O atendimento deixou de ser linear e passou a acontecer de forma simultânea.

Segundo dados da Salesforce, mais de 70% dos consumidores utilizam múltiplos canais ao longo da jornada.

O problema deixou de ser atender.

Passou a ser integrar.

Muitas empresas cresceram em canais, mas não na mesma velocidade em estrutura. E isso trouxe um novo tipo de desafio: mais interações, mais volume e mais complexidade, sem necessariamente mais eficiência.

2026: a era da inteligência e da automação

Hoje, as operações vivem outro nível de exigência.

A inteligência artificial, a automação e o uso intensivo de dados passaram a fazer parte da gestão. Segundo a McKinsey, até 70% das interações podem ser automatizadas com as tecnologias atuais.

Mas ao longo desses anos, uma coisa ficou clara.

Tecnologia, sozinha, não resolve.

Sem integração e sem estrutura, ela apenas aumenta o volume. Não melhora o resultado.

O desafio atual não é mais ter tecnologia.

É conseguir operar com ela de forma eficiente.

O que 30 anos de evolução deixaram claro

Depois de acompanhar essa transformação de perto, alguns padrões se repetem.

Empresas que estruturam suas operações conseguem operar com mais eficiência, reduzir custos e escalar com consistência.

Já aquelas que crescem sem organizar essa base enfrentam problemas que, muitas vezes, só aparecem quando a operação já está sob pressão.

E esse não é um desafio de um único setor.

Uma experiência construída em diferentes segmentos

Ao longo desses 30 anos, essa evolução foi acompanhada em diferentes realidades.

Na saúde, com a necessidade de organizar a jornada do paciente e reduzir falhas no atendimento.

No financeiro e cobrança, com operações que exigem escala e eficiência no contato.

No varejo, onde a integração impacta diretamente a conversão e a experiência de compra.

Na indústria, com o fortalecimento do relacionamento e do pós-venda.

Segmentos diferentes, mas com um desafio comum: organizar operações cada vez mais complexas.

Mais do que acompanhar a evolução, construir o futuro

Ao olhar para essa jornada, fica claro que muita coisa mudou.

A tecnologia evoluiu.
Os canais se multiplicaram.
A expectativa dos clientes aumentou.

Mas a essência permanece.

A necessidade de estruturar bem a operação continua sendo o que sustenta o crescimento.

Porque, no fim, não se trata apenas de acompanhar a evolução do mercado.

Se trata de entender essa transformação e construir soluções que façam sentido dentro dela.

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